Muitos partidos usam a sociedade, as pessoas, como pretexto para sua luta. Tomam delas esperanças e votos. Na primeira oportunidade, porém, fecham-se em um sistema hermético só inteligível entre os pares. Desligam-se daqueles “cidadãos” que, a princípio, seriam o fundamento de seu poder.
Muitos acadêmicos usam a sociedade, as pessoas, como pretexto para seus estudos. Tomam delas expectativas de serem compreendidas. Na primeira oportunidade, porém, fecham-se em conceitos herméticos só inteligíveis entre os pares. Desligam-se daquele “objeto” que, a princípio, seria o fundamento de suas teorias.
Muitos acadêmicos usam a sociedade, as pessoas, como pretexto para seus estudos. Tomam delas expectativas de serem compreendidas. Na primeira oportunidade, porém, fecham-se em conceitos herméticos só inteligíveis entre os pares. Desligam-se daquele “objeto” que, a princípio, seria o fundamento de suas teorias.
Muitos artistas usam a sociedade, as pessoas, como pretexto para sua arte. Tomam delas as imagens, os sons, as palavras. Na primeira oportunidade, porém, fecham-se em um circuito hermético só inteligível entre os pares. Desligam-se daquela “fonte de inspiração” que, a princípio, seria o fundamento de sua busca estética.
Muitos religiosos usam a sociedade, as pessoas, como pretexto para alcançar a salvação. Tomam delas os prazeres, as escolhas e os dízimos. Na primeira oportunidade, porém, fecham-se em claustros onde só convivem entre os pares. Desligam-se daqueles “pecadores” que, a princípio, seriam o fundamento de sua catequização.
Não é à toa que a sociedade, as pessoas, muitas vezes, em silêncio, respondem: fodam-se!
Em tempo: este texto não tem qualquer pretensão política, poética, espiritual ou científica.
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